Kubernetes, só onde ele se paga
Clusters de nível produção que escalam quando o tráfego dispara e encolhem (junto com a conta) quando não — sem os milhares de linhas de YAML que ninguém entende.
Agende uma conversa inicial gratuitaVocê provavelmente está aqui porque
- Seus clusters estão superdimensionados e a fatura mostra isso.
- Os deploys são frágeis e só uma pessoa entende os Helm charts.
- Você nem tem certeza se precisava de Kubernetes — mas aqui está você.
O que você recebe
- Uma resposta honesta primeiro: se serviços gerenciados ou um punhado de containers resolvem, você vai ouvir isso — Kubernetes entra só quando sua escala ou o tamanho do time justificam.
- Cargas de trabalho dimensionadas com base no uso real de percentil 95 vindo do Prometheus, não em chutes. A maioria dos clusters fica ociosa perto de 10% de CPU — você está pagando pelo resto.
- Autoscaling com Karpenter que combina spot e on-demand (cargas stateless rodam ~70% mais barato em spot), provisiona nodes em segundos e consolida os ociosos.
- Health probes inegociáveis — liveness, readiness e startup — para que um pod quebrado saia do load balancer em vez de servir erros silenciosamente.
- Containers endurecidos: imagens distroless (~80× menores que Ubuntu, superfície de ataque mínima), non-root, filesystem raiz somente leitura, capabilities do Linux removidas e scan com Trivy que quebra o build em CVEs críticas.
- Rede zero-trust com network policies (Cilium), Pod Security Standards em "restricted" e secrets no Secrets Manager ou Vault — nunca em variáveis de ambiente.
- GitOps com ArgoCD: o cluster sempre reflete o git, toda mudança é um commit e o rollback é um git revert.
Clusters que custam menos, se recuperam sozinhos e não precisam de babá.
Perguntas frequentes
Eu realmente preciso de Kubernetes?
Talvez não. Se serviços gerenciados ou alguns containers resolvem, eu te digo — e te poupo do custo operacional.
EKS ou GKE?
Os dois funcionam. Eu escolho com base em onde seu time e o resto da sua stack já estão.
Como você mantém os containers seguros?
Imagens distroless sem shell nem gerenciador de pacotes, rodando non-root em um filesystem somente leitura com as capabilities do Linux removidas, além de scan de imagem no CI. Se algum dia acontecer uma execução remota de código, não há nada dentro para explorar — essa é a diferença entre um incidente e uma catástrofe.
Vamos ver se faz sentido
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